quinta-feira, maio 28, 2009

A natação e/ou actividades aquáticas são fundamentais para um desenvolvimento harmonioso das qualidades físicas, psicológicas e sociais de todas as pessoas, independentemente das suas capacidades e “limitações”.

Este tipo de actividade produz efeitos benéficos para o aluno portador de deficiência, quer seja física ou mental.

Para as crianças/jovens com Necessidades Educativas Especiais este desporto define-se como a capacidade do aluno em efectuar movimentos com segurança sobre e sob a água, tendo em conta as suas “limitações” e colocando em prática todas as suas capacidades.

A água apresenta algumas características que facilitam de certa forma o deslocamento sem muito esforço, auxiliando o equilíbrio do aluno com Necessidades Educativas Especiais e permitindo a execução de movimentos que fora de água seriam difíceis ou até impossíveis de realizar.

O contacto com a água e o desempenho de actividades aquáticas são fundamentais para um melhor funcionamento do sistema circulatório (contribuindo para o aumento do volume do coração, para o fortalecimento dos músculos cardíacos, etc.) e respiratório (permitindo o aumento da elasticidade da caixa torácica, o fortalecimento dos músculos respiratórios, etc.).

A prática de natação e/ou actividades aquáticas propiciam uma maior resistência por parte do organismo face às mudanças de temperatura, evitando por isso, algumas doenças.

Para além disto, a frequência deste tipo de actividade contribui para o fortalecimento dos músculos, para o aumento do equilíbrio, para o relaxamento muscular e da coluna vertebral, para a diminuição de espasmos, para o aumento da amplitude dos movimentos corporais, para a melhoria da postura, para o alívio de dores e das tensões do foro psicológico, entre outras coisas.

A aula de natação deve ser variada ao nível da sua própria organização, na utilização de materiais e até no que diz respeito às actividades propostas. De maneira a motivar os alunos para a frequência das aulas e consequentemente promover o convívio social, auto-estima, autonomia, assim como auxiliar o seu processo de aprendizagem escolar (aliando-se ao trabalho efectuado na escola).

Isto porque, a natação estimula o desenvolvimento cognitivo da criança/jovem com Necessidades Educativas Especiais, no que diz respeito à aprendizagem, conhecimento, concentração e atenção.

Para este tipo de alunos podemos delinear alguns objectivos de carácter simples, de forma a elevar as suas capacidades e habilidades nesta área, tais como: coordenar a inspiração e a expiração (em diversas situações), flutuar em equilíbrio e deslocar-se (em diferentes posições), mergulhar a cabeça e o corpo na água, saltar para a água, etc.

O tipo de exercícios efectuados deve ter em conta as capacidades e “limitações” do aluno e devem ser realizados em segurança.

A prática de natação e/ou actividades aquáticas deve ser encarada como uma actividade que pode enriquecer o currículo do aluno com Necessidades Educativas Especiais e contribuir para o desenvolvimento dos seus domínios: cognitivo, motor, sócio-afectivo, assim como a sua autonomia pessoal e social, a comunicação e a área sensorial.

Numa altura em que se fala tanto em condições materiais, modernidade e inovação no ensino, seria importante proporcionar a todas as crianças e jovens em idade escolar (com e sem Necessidades Educativas Especiais) este tipo de actividade – talvez fosse mais pertinente do que o ensino da Língua Inglesa no 1º ciclo do Ensino Básico.

Desta forma, os alunos das escolas portuguesas teriam acesso a um ensino com mais qualidade e previsivelmente beneficiariam de um desenvolvimento mais saudável.

Para isso era necessária uma melhor gestão governamental, assim como a implementação de um sistema de ensino mais justo e eficaz.

A interacção entre os humanos e os golfinhos remota já desde os tempos mais antigos. Conta-se a história de uma criança na Grécia, Dionísio, que tinha como amigo um golfinho. Ia buscar a criança todos os dias á praia e levava-o nas costas para brincarem no mar.Era um fenómeno local, todos sabiam e iam ver. Um dia o golfinho foi buscar o rapaz, mas avançou para muito perto da praia e ficou preso na areia. Como já não era novidade, não estava ninguém na praia. O menino tentou, sozinho, levar o golfinho de volta para o mar. Mas não tinha a força necessária, e o golfinho acabou por morrer.No mundo inteiro contam-se as mais diversas histórias sobre os golfinhos.

A Vitória de Afonsinho

Em Portugal, um dos casos mais mediáticos sobre este tema foi o caso do menino açoriano, o Afonsinho. Certo dia o seu pai, psicólogo numa escola, estava á janela pensando como entrar em contacto com Robiyn, responsável pela associação Renaskigi, e uma colega de trabalho convidou-o para uma palestra. Quando ela disse que o orador era o Robiyn aceitou logo. A partir dai ele, a esposa e o seu filho, Afonsinho, começaram a frequentar os cursos ministrados por Robiyn. Afonsinho era autista. O autismo é um transtorno do desenvolvimento que se manifesta tipicamente antes dos três anos de idade. Compromete todo o desenvolvimento psiconeurológico, afectando a comunicação e, assim, o convívio social. Apesar de ser irrequieto e perturbar as aulas, as melhoras eram evidentes.

Em 2000 viajaram até aos Açores para participarem num workshop – Harmonia com a natureza e o próximo – Nesse workshop estava organizado um trabalho de interacção com os golfinhos que vivem no mar alto. Os golfinhos vinham ter com eles e brincavam. Afonsinho adorou cada momento que esteve perto daqueles animais carinhosos e brincalhões.

No dia a seguir, o pai apercebeu-se que o seu filho estava a agir de forma diferente. Afonsinho, naquela altura com três anos e meio, nunca se tinha deixado beijar ou tinha beijado alguém. Nesse dia beijou o pai pela primeira vez.

Para Robiyn, as melhoras que ocorreram com o Afonsinho começaram com a prática das actividade dos workshops, mas culminaram com a ida aos Açores e a interacção com os golfinhos. Existem alguns casos de crianças autistas que fizeram a mesma terapia com golfinhos e não obtiveram os resultados iguais aos de Afonsinho. É que hoje ele é uma criança “normal”, vai á escola, tem amigos e adora brincar.

Possível Teoria

Esta interacção entre os animais e o homem está a receber uma especial atenção por parte da medicina. Os resultados desta terapia já são visíveis em casos como o autismo, a surdez e o síndrome de Down.Segundo alguns médicos e psicólogos do Centro de Terapia Golfinhos-Humanos de Miami, existem várias teorias sobre o fenómeno. Uma das possíveis explicações é que os golfinhos utilizam a sua capacidade sonar para identificar desordens neurológicas nas pessoas.Mas segundo esta teoria, esses sons emitidos pelo golfinho deve ter também a capacidade de curar, já que ao se reflectirem nos objectos regressam para eles e são captados pela mandíbula inferior, que, por sua vez, vai transmitir a informação sonora ao cérebro. Desta forma, o golfinho consegue criar imagens sonoras a partir dos diferentes objectos atingidos pelo seu sonar (estrutura molecular dos fluidos e tecidos macios).

Através dos resultados de alguns testes sobre a interacção dos golfinhos e pacientes que sofrem de cancro, concluiu-se que ocorreu uma espontânea e inexplicável regressão da doença.

Os médicos mais cépticos, acreditam que os resultados desta terapia deve-se simplesmente à sensação de relaxamento proporcionada pela interacção com estes animais. O relaxamento estimula o sistema imunológico, o qual é o responsável pelas reacções do organismo humano.

terça-feira, maio 26, 2009

O Son-Rise Playroom….

Aqui é onde tudo acontece! A distracção livre jogos.

Todos os brinquedos são colocados no alto das prateleiras para que Henry não pode atingi-los com o objectivo de que ele vai pedir para que ele quer!Isto é para incentivar o uso da linguagem e que é bom para falar "para obter as coisas que você quer!As janelas são as geadas ea porta tem 2 maneira espelho filme sobre ele, para que possamos observar quem está trabalhando com Henry e dar feedback.Há 2 gymballs, um pequeno deslize e trampette. Existe uma pequena mesa com 2 cadeiras para sentar-se e chamar e ser criativo.Há também um grande espelho para incentivar olho contacto com Henry quando você está jogando, etc…

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Penny está a jogar com Henry ao seu nível de incentivar contacto visual

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segunda-feira, maio 25, 2009

Ensino doméstico para crianças Especiais…

Aqui fica um artigo que apareceu há 10 dias no jornal. O original, em inglês, está aqui.

Uma dúzia de amigos e familiares de Henry, um menino autista com 4 anos, foi ao céu angariar £ 3.500 para contribuir para a sua educação domiciliar.O corajoso grupo, liderado por Warwick, o pai do menino, reuniu-se perto de Bicester, Oxfordshire, para um gigantesco esforço: saltarem de paraquedas!O dinheiro vai apoiar a campanha de angariação de fundos, Helping Henry, que visa conseguir £ 10.000 para o ensino doméstico e o tratamento da criança. Os pais querem usar o programa Son-Rise, desenvolvido na América por pais de crianças com autismo.Cerca de 60 amigos e familiares apareceram no aeroporto para apoiar os paraquedistas. Warwick disse: "Nós tivemos um dia fantástico e conseguimos arranjar cerca de £ 3500, o que vai fazer uma grande diferença para Henry."

Henry andava na escola mas depois de ter sido diagnosticado com autismo em Junho de 2007 os pais, que completaram programas de formação centrados no desenvolvimento da atenção e das competências sociais do filho, decidiram educá-lo em casa.

Warwick: "Depois de termos observado as mudanças positivas no nosso filho estamos confiantes de que o ensino doméstico e o método Son-Rise é o melhor para Henry."

Qual é o Programa Son-Rise ®?

O Programa Son-Rise ® foi criado pelos autores / professores Barry ( "Ursos") e Neil Kaufman Samahria Lyte Kaufman quando o seu filho, Raun, foi diagnosticada como grave e incuravelmente autista.

Embora aconselhado para institucionalizar a ele devido a sua "esperança, vida estado," o Kaufmans vez concebido um inovador baseado em casa, filho-centrado programa em uma tentativa de chegar a seu menino.

O Kaufmans «programa único, que marcou uma partida completa dos actuais métodos de tratamento, Raun transformado a partir de um mudo, retirado da criança com um QI inferior a 30 em um altamente verbais, socialmente interactivo jovem com um quase-génio IQ.

Sem vestígios de sua antiga condição, Raun graduado de uma universidade Ivy League e passou a ser o director de um centro educacional para crianças em idade escolar.

O Programa Son-Rise ® inovou uma modalidade educacional tratamento que incluiu une crianças em vez de ir contra eles. O programa coloca os pais como os principais professores, terapeutas e directores dos seus próprios programas e utiliza a casa como o mais nurturing ambiente no qual a ajudar os seus filhos.

Esta concentra cerca de entrar no mundo da criança e na sequência do chumbo da criança e copiar os seus hábitos e comportamentos em um intensivo de um sessões. Em tempo, a criança demonstra prazer nessa actividade social e procura companhia e interacção. Este intercâmbio é fundamental para qualquer comunicação deve ter lugar.

Utilizar a energia, a emoção e entusiasmo envolve a criança e inspira um amor contínuo de aprendizagem e interacção.

Ensinar através interactivo desempenhar eficaz e resulta em significativa socialização e comunicação.

APOIO A CRIANÇAS AUTISTAS…

APOIO A CRIANÇAS AUTISTAS…

Associação quer criar centro ocupacional…

O núcleo de Leiria da Associação Portuguesa para as Perturbações e Desenvolvimento do Autismo (APPDA) está à procura de um espaço para criar um centro ocupacional para crianças que sofram desta alteração neurológica.A secretária da direcção do núcleo, Susana Noronha, com dois filhos autistas, explicou à Agência Lusa que o objectivo é que “os pais possam ter um local onde deixar as filhos e onde sabem que vai haver trabalho de continuidade após a escola”.“Muitas vezes os espaços de actividades de tempos livres colocam obstáculos em receber crianças às quais foi diagnosticado autismo”, revelou Susana Noronha.A responsável adiantou que o espaço, além de albergar a sede do núcleo da APPDA, criado há dois meses, e o centro ocupacional, quer também evoluir para lar residencial.“Pretendemos que essa valência seja uma realidade para o caso, por exemplo, de uma família ter um problema de saúde e não ter onde deixar a criança”, esclareceu.A dirigente sublinhou que a associação deseja que o centro seja de “apoio às crianças e também aos pais”, onde “possam buscar ajuda técnica profissional”, além de trocarem experiências.Oficinas de trabalho, para que crianças e jovens possam aprender um ofício e terem alguma autonomia, e colóquios nos quais pais possam aprender a melhorar a vida dos filhos estão também entre os objectivos, referiu Susana Noronha.A coordenadora do Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID) do Instituto Politécnico de Leiria, Célia Sousa, que colabora com a associação, explicou que existem cerca de uma centena de crianças e jovens autistas em idade escolar na região de Leiria.Célia Sousa esclareceu que estes números se reportam à área entre os concelhos de Pedrógão Grande e Porto de Mós, onde funcionam dez unidades de ensino estruturado para a educação de alunos com espectro de autismo, prevendo-se a abertura, no próximo ano lectivo, de mais dois.A responsável do CRID, entidade que desenvolve software na área da comunicação, considera a criação de um centro ocupacional fundamental, apontando a inexistência de apoio na região para estas crianças após o horário lectivo.“A sociedade não tem respostas para este tipo de população”, declarou Célia Sousa, referindo-se ao autismo como “uma alteração que afecta a capacidade de criança de comunicar, estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia”.Por outro lado, Célia Sousa afirmou que o centro é também “importante para os pais, para descansarem, para uma vez ou outra poderem fazer coisas como os outros”, como ir jantar ou passar um fim-de-semana de fora.“As crianças com autismo são muito exigentes”, realçou a coordenadora do CRID, centro que recebe por semana cerca de duas dezenas de utentes com autismo.

terça-feira, maio 19, 2009

Vacinas podem desencadear problemas no desenvolvimento de crianças saudáveis??????

Em um caso sem precedentes, 5 mil famílias americanas foram a um tribunal dos Estados Unidos nesta segunda-feira para tentar provar a ligação entre o aumento do número de casos de autismo e as vacinas pediátricas, contrariando estudos médicos que afirmam o contrário.

Cerca de 20 especialistas irão testemunhar no caso, que pode durar até um ano, enquanto o grupo de famílias procura convencer a Justiça de que as vacinas podem desencadear problemas no desenvolvimento de crianças saudáveis. As causas do autismo, que atualmente atinge uma em cada 150 crianças nos Estados Unidos, ainda não foram determinadas pela ciência, e uma série de pesquisas excluem as vacinas infantis como possíveis culpadas.

Entretanto, muitos pais estão convencidos de que, de algum modo, vacinas pediátricas - particularmente a Tríplice, contra sarampo, caxumba e rubéola - sejam o motivo do grande aumento de casos da doença ao longo dos últimos vinte anos nos Estados Unidos. Os pais de Michelle Cedillo, que tomou a Tríplice com 15 meses de vida e sofre de autismo severo, estão entre as famílias que lutam para convencer os três juízes do tribunal.

Uma semana depois de ter tomado a vacina, a pequena Michelle desenvolveu um quadro de febre alta e deixou de falar as primeiras e ainda poucas palavras que havia aprendido. "Não sou cientista. Não sou médico", disse Theresa Cedillo ao jornal Washington Post. "Queremos nos concentrar em Michelle e descobrir o que aconteceu com ela, ajudá-la como ela precisa", acrescentou.

O grupo de pais pede indemnizações do Nacional Vaccine Injury Compensation Program, mas não é o peso das evidências científicas que irá determinar a decisão do tribunal, mas sim um argumento legal que comprove a plausibilidade da causa. De acordo com o Centro Nacional para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a vitória dessas famílias poderia ter repercussão mundial, provocando pânico entre pais e fazendo com que se recusem a vacinar suas crianças.

quarta-feira, maio 13, 2009

Relation Play

O Relation Play tem sido aplicado em individuos com PEA, Síndrome de Down e deficiência mental. Este método tem como objectivos gerais desenvolver auto-confiança, auto-conhecimento, consciencialização corporal e espacial, promover interacção social e a comunicação entre os participantes. Pode ser aplicado individualmente ou em grupo, em todas as idades (embora seja mais direccionado para crianças).

Nas PEA existem três grandes áreas comprometidas: comunicação/linguagem, interacção social e comportamento. Estudos provam a eficácia da aplicação do Relation Play nas crianças com esta perturbação. Ocorrem melhorias significativas, por exemplo, ao nível da interacção social e na capacidade de manter contacto ocular (Konaka, 2006). Contudo, nem todas crianças alcançam os objectivos pretendidos (Mello,2001). No Relation Play é particularmente importante estimular a comunicação não-verbal. Devem estar sempre presentes a linguagem corporal, mímica, expressões faciais, contacto ocular e o toque nas actividades. Este método também permite trabalhar a defesa táctil (reacção exagerada e aversiva ao toque), muito caracteristica nas crianças com esta perturbação.

Existem dois objectivos fundamentais a atingir neste tipo de abordagem: consciência do “eu” (ao experenciar os diferentes movimentos que realiza) e consciência do outro (ao promover a interacção, através das experiências de movimento encoraja-se o desenvolvimento do indívíduo, construindo relações baseadas na confiança e segurança). Através do ensino do movimento consciente, as crianças conseguem criar uma relação consigo mesmas e com os outros (Klinta, 2002). Os movimentos utilizados nestas actividades são simples e a criança movimenta-se naturalmente.

As actividades têm como objectivos: desenvolver a consciência corporal e do espaço; desenvolver sentimento de segurança e estabelecer uma relação com o(s) outro(s).

EXEMPLOS DE ACTIVIDADES RELATION PLAY

Jogos individuais: Têm como objectivo experimentar o corpo e explorar as suas possibilidades. Assim, a criança pode desenvolver a autoconfiança e consciência corporal

No chão, deita-te de barriga para baixo no chão. Tenta balancear-te em diferentes posições (Depois, faz o mesmo exercício mas de costas voltadas para o chão);

Corre com passos grandes e pequenos, com as pernas esticadas e dobradas;

Deita-te de costas e experimenta o espaço à tua volta. Estica os braços e as pernas o mais que conseguires;

Senta-te e gira em redor com os pés levantados;

Vamos fazer caretas: primeiro põe os teus olhos arregalados e depois muito apertados; põe a tua boca muito aberta e depois muito fechada.

Jogos de 2 elementos: Têm como objectivo experimentar relações positivas com o outro (respeito, confiança, compreensão)

Um deita-se no chão e outro fica em pé. Segura nos tornozelos do teu colega e puxa-o calmamente no chão em diferentes direcções;

Sentem-se de costas um para o outro. Façam força um contra o outro.

Deitem-se de costas e juntem os vossos pés (as plantas dos pés ficam juntas). Façam movimentos em conjunto.

Um elemento põe as mãos e os joelhos no chão e o outro deita-se de costas nas suas costas. Depois, quem está no chão anda devagar, para a frente/trás e para os lados;

De costas um para o outro, empurrem e andem em diferentes direcções, sem perder o equilíbrio;

Deitem-se no chão, cabeça contra cabeça. Segurem as mãos um do outro, e rolem em conjunto.

Jogos em grupo

Formem todos um túnel. O ultimo da fila gatinha dentro do túnel e posiciona-se no fim do túnel, e assim sucessivamente;

Sentem-se todos em fila. Encostem-se calmamente para trás e relaxem;

Duas pessoas sentam-se de frente uma para a outra, e uma pessoa senta-se no meio delas. Calmamente, balancem-na de um lado para o outro (coloquem as mãos nos seus ombros);

Deitem-se todos de costas, bem juntinhos. Alternadamente, uma pessoa tola e arrasta-se por cima das que estão deitadas;

Um pessoa deita-se no chão, e as outras seguram-na pelos pulsos e tornozelos, balanceando-a para a frente e para trás. (Nota: Este jogo exige no mínimo 5 pessoas. É necessário força, cooperação e coordenação entre todos os elementos);

Deitam-se todos de barriga para baixo, bem juntinhos. Um elemento deita-se de barriga em cima dos outros. Quando o grupo se vira e rola, o elemento que está por cima vira-se e rola ao mesmo tempo.

O caso do António...um menino q era como uma criança como todas as outras...mas...

segunda-feira, maio 11, 2009

“Musicalmar ’09” é o nome que foi escolhido para os espectáculos musicais que se vão realizar no próximo mês de Maio e que as principais estrelas vão ser as crianças dos jardins-de-infância de Ovar. Assim, no dia 22 de Maio, pelas 10.30 horas, ocorrerá o já habitual espectáculo na Praça das Galinhas e no dia 29, pelas 21.30 horas, o mesmo terá lugar em frente ao novo Centro de Arte de Ovar, no parque da Senhora da Graça, aliando à música uma componente cénica, com bailado e luzes.

Este ano, estes espectáculos contarão com a participação de cerca de 370 crianças, que vão mostrar à comunidade o resultado da sua aprendizagem, nas suas aulas de expressão musical. Os estabelecimentos participantes são: Jardim-de-infância dos Campos, Jardim-de-infância dos Combatentes, Jardim-de-Infância da Habitovar, Jardim-de-infância da Oliveirinha, Jardim-de-infância de São Miguel, Jardim-de-infância de São João, Centro Social e Paroquial de S. João, Jardim escola A Escolinha e Externato S. Miguel.

O espectáculo, que se encontra em fase final de preparação, foi concebido pelo professor de música das crianças, Miguel Cunha, com a colaboração do corpo docente de cada um dos estabelecimentos de ensino. A produção está a cargo de pais de alunos das diversas instituições.

P.S.-Olá...bem vou contar como foi!!!!!!Foi ESPETACULAR!!!!!Estes lindos meninos das escolas deram nos 1 hora de boa musica e de bom ambiente....Espero q façam mais vezes......Viva as Crianças...São a coisa mais maravilhosa do mundo..BRIGADA..

Robô sensível ao toque ajuda na interação social de crianças autistas

Começa nesta semana o uso de mais um robô destinado a ajudar na recuperação de crianças com problemas de saúde. Neste caso, o objectivo é criar uma ferramenta adicional para desenvolver a capacidade de interação social em crianças com autismo.

Pele artificial

O robô Kaspar tem como principal característica a pele artificial, dotada de uma série inumerável de sensores tácteis destinados a dar-lhe uma "percepção" ao toque.

"As crianças com autismo têm problemas com o toque, tanto com tocar quanto com serem tocadas," diz o professor Kerstin Dautenhahn, da Universidade Hertfordshire, na Inglaterra.

Distribuindo os sensores de forma coordenada ao longo das várias partes do corpo de Kaspar, o robô conseguirá reagir aos diferentes tipos de toques feitos pelas crianças, fazendo-o emitir comentários pré-gravados que encorajem ou desencorajem novas acções do mesmo tipo.

Interação pelo toque

O objetivo é, além de incentivar as crianças à interação directa através do toque, ensinar-lhes interacções "socialmente apropriadas", que sejam agradáveis e não agressivas.

Os pesquisadores esperam que as crianças sintam-se mais à vontade para interagir com o robô do que se sentem com as pessoas. A socialização inicial com um "amigo" mais passivo poderá depois ser estendida para a interação directa com outras crianças, com a criança autista já possuindo uma educação que auxilie sua aceitação pelas outras.

O projecto do robô, incluindo a construção da pele artificial robótica, envolve seis universidades europeias e deverá durar três anos.

segunda-feira, maio 04, 2009

A Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Coimbra (APPDA-Coimbra) vai realizar, em parceria com o Centro ABA - Centro de Terapias Comportamentais, o Workshop: «Análise Comportamental Aplicada, Intervenções na Escola, Casa e Contextos Clínicos». A acção decorre dia 9 de Maio de 2009, em Coimbra. Esta formação tem como objectivo fazer uma breve apresentação dos princípios teóricos fundamentais, da prática e da investigação de intervenções comportamentais com crianças e adolescentes.O enfoque irá para a Análise Comportamental Aplicada (ABA) e as intervenções na escola, casa e contextos clínicos.

Programa: Manhã

1. Introdução e Revisão Geral

2. Conceitos Básicos da Análise Comportamental Aplicada - O que causa o Comportamento Humano? - O modelo Três-Componentes de Skinner - Funções do Comportamento

3. Reforço - O que é? - Tipos de Reforços - Selecção de Reforços - Passagem para os Reforços Naturais - EO´s ( Valor do Reforço )

4. Uso de Reforços Positivos - Quantidade de Reforços - Timming para o Reforço - Frequência do Reforço - Aplicação de Estratégias de Reforço - Calendário e Fading (Diminuição Gradual)

5. Importância dos Antecedentes - Estimulo Antecedente - Setting Events (Condições Ambientais) - Estimulo Descriminativo - Controle de Estímulo Tarde

6. Trabalho com os Pais - Moldagem e Encadeamento - Exemplo de um programa para Pais - Sistemas de Motivação - Caso Prático

7. Gestão da Proactividade da Sala de Aula - Regras na Sala de Aula - Horário da Sala de Aula - Espaço na Sala de Aula - Comportamento da Professora - Motivação - Caso Prático

Contactos:APPDA - Coimbra - Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de CoimbraRua Padre António Vieira, 3 3000-315 COIMBRA Telefone: 239 822004 FAX: 239842941 E-mail: appdacoimbra@gmail.comhttp://appdacoimbra.com.sapo.pt/

P.S-Dia da Formação-Estivemos lá....Vamos resumir...

Fomos á Formação da intervenção ABA em crianças autistas:

Consiste na observação comportamental da criança e no reforço positivo ou "PROMPT" para ensinar cada passo de um comportamento.Estes comportamentos são estudados dia após dia juntamente com as aprendizagens a partir do meio ambiente.

O que aprendemos na Formação estamos (educadora e auxiliar) a dar continuidade ao trabalho da sala: TEACCH + ABA